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Milagres outrora e agora

(ARTIGO ENVIADO A NÓS EM 29/01/2003)

Nos dias atuais presenciamos, principalmente (embora não unicamente) entre os grupos pentecostais, um crescente destaque sobre o miraculoso, especialmente a cura do corpo e, com intensidade mais veemente, o exorcismo, ou seja, a expulsão de demônios.
 
Devemos aceitar sem reservas como legítimas toda a propaganda sobre a matéria, com a qual somos bombardeados diariamente? É claro que não! Hoje, mais do que nunca devemos encarar o assunto com justas reservas. “Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”! O mundo está cheio de embusteiros, exploradores da credulidade e da miséria alheias, oportunistas que, em busca de enriquecimento fácil, usam o nome de Deus e do Evangelho, para iludir multidões, delas arrancando muito dinheiro.
 
Creio que ninguém entre nós duvida de que tais curas são mentirosas e, juntamente com o seu suposto exorcismo, constitui-se uma sórdida farsa. Eles exibem programas nos quais "brincam" com demônios e dão verdadeiras "aulas" sobre como dominá-los. É claro que tudo isto é falso, é propaganda sectária e comercial de empresas inescrupulosas especializadas no ramo. É, portanto, propaganda enganosa!
 
Com isto em mente, cabe-nos perguntar: devemos, então, banir definitivamente de nossas mentes a idéia do miraculoso e admitir que tudo tem uma explicação científica? Claro que não, pois isto seria racionalismo! Perguntemos, então: Deus faz milagres ainda hoje? Existe, ou não, a possessão demoníaca em nossos dias? Se admitirmos a sua existência, devemos omitir-nos, ou devemos lidar com ela sempre que necessário? Se encontrarmos respostas satisfatórias a estas perguntas, chegaremos a uma conclusão razoável.
 
Neste assunto, como em todos os demais, precisamos ser equilibrados. Posições extremadas são sempre muito perigosas. Tratando-se, por exemplo, do Espírito Santo, há círculos onde há exageros incompreensíveis por causa da maneira distorcida como tratam o assunto. Confundidos por ensinos errados recebidos de homens que mal interpretam e mal compreendem o ensino bíblico sobre o glorioso Consolador, praticam em Nome dEle atos verdadeiramente absurdos. Tal posicionamento é totalmente condenável. Quem assim age precisa ser esclarecido sobre o verdadeiro lugar e a verdadeira obra do Espírito Santo.
 
Por outro lado há um grande número de crentes, bem como de igrejas que, até como forma de combate àquele posicionamento errado, posicionam-se no extremo oposto. Sua indiferença para com o Espírito Santo é simplesmente assustadora. Parece que O admitem apenas como uma teoria, mas ninguém se preocupa com a Sua presença, nem procura ser beneficiado pela Sua ação dinâmica e poderosa. Tal posicionamento é igualmente condenável. É preciso que os tais sejam despertados para o fato do Espírito Santo.
 
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Um extremo não justifica nossa passagem para o extremo oposto. Procuremos a verdade incontestável das Escrituras e apeguemo-nos a ela. Tendo diante de nós o exemplo acima, que nos mostra o perigo dos extremos, procurarei demonstrar o meu parecer sobre curas miraculosas e a possessão demoníaca e a possibilidade de enfrentá-la. Pretendo subordinar o assunto aos seguintes títulos: 1. O porquê dos milagres. 2. A situação nos dias atuais. 3. E as possessões demoníacas?

1. O PORQUÊ DOS MILAGRES. Quando examinamos os evangelhos e as epístolas, verificamos que a pregação do Evangelho nunca foi baseada em curas. O próprio Senhor, que é o Autor e Doador da vida e da saúde, nunca fez propaganda de Seus atos miraculosos. Pelo contrário, várias vezes proibiu as pessoas beneficiadas de publicarem o benefício. A cura do corpo nunca fez parte também da pregação apostólica, embora o Senhor tivesse efetuado muitas curas através dos Seus apóstolos, indubitavelmente com o propósito de conferir confiabilidade à mensagem cristã. Porém a grande ênfase da pregação evangélica sempre foi o estado do pecador e a grande provisão de Deus para a Sua salvação. Por que, então o Senhor operou tantos milagres?
  1. PARA COMPROVAR A SUA ORIGEM DIVINA, e, conseqüentemente, a Sua condição de Messias. Em Mateus 8.17, referindo-se às muitas curas feitas por Jesus Cristo, o evangelista afirma que nisto cumpria-se nEle a profecia de Isaías 53.4. Quando o Senhor declarou perdoados os pecados do paralítico, e os escribas e fariseus, no seu íntimo acusaram-No de blasfêmia, baseados na premissa de que só Deus pode perdoar pecados, Ele confirmou a Sua autoridade Divina curando o paralítico (Mt.9.6). Aos discípulos de João Batista Ele apresentou os Seus milagres como prova de ser Ele o esperado Messias (Mt.11.2-5). Após a cura do paralítico, no tanque de Betesda, "Ele declarou que Deus era seu próprio Pai, fazendo-Se igual a Deus” (Jo.5.18). Justificando essa afirmativa Ele apresentou cinco testemunhas de que viera como enviado do Pai e entre estas, mencionou as Suas obras (Jo.5.36). Mais tarde, perante os mesmos judeus incrédulos, e depois diante dos Seus discípulos, Ele invocou esta mesma testemunha (Jo.10.37-38). Os milagres do Senhor eram portanto uma comprovação da autenticidade da Sua mensagem, da genuinidade da Sua missão messiânica, da realidade da Sua origem Divina. Nicodemos reconheceu nos Seus sinais uma prova da aprovação de Deus (Jo.3.2), fato este confirmado na grande mensagem apostólica no dia de Pentecoste, bem como na casa de Cornélio (At.2.22; 10.38).
  2. PARA MANIFESTAR A GLÓRIA DE DEUS. Quando os Seus discípulos Lhe perguntaram sobre a causa da cegueira de um pobre homem, Ele lhes respondeu: “...Foi para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo.9.3). Na cura daquele cego de nascença seria manifestada a glória do infinito poder de Deus. Ao receber a notícia da enfermidade de Seu querido amigo Lázaro, o Senhor declarou: “Esta enfermidade não é para a morte, e sim, para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado” (Jo.11.4). Deus seria glorificado na ressurreição de Lázaro.
  3. PARA MANIFESTAR COMPAIXÃO PARA COM OS SOFREDORES. A compaixão era um dos traços predominantes do caráter do nosso amado Senhor. Ele Se compadecia até às profundezas do Seu Ser quando contemplava o sofrimento, a dor, e a morte, sinais de miséria ocasionados pelo pecado no ser humano a quem Ele tanto amava. Vêmo-Lo à beira do esquife daquele jovem falecido, compadecido da sua pobre e chorosa mãe ressuscitando-lhe o filho e enxugando as suas lágrimas (Lc.7.13-15). Vêmo-Lo, ainda, profundamente compadecido, estender a Sua poderosa e benfazeja mão para curar um pobre leproso (Mc.1.41). Vêmo-Lo igualmente compadecido da multidão cansada, abandonada, aflita, enferma e faminta, fartando-a de pão, assistindo-a espiritualmente com Seu sábio, claro e poderoso ensino e curando-lhe os enfermos (Mt.9.35-36; 14.14; 15.32; Mc.6.34).
  4. PARA LEVAR OS HOMENS A CREREM NELE. Ao comunicar aos Seus discípulos a morte de Lázaro, Ele lhes disse: “Por vossa causa me alegro de que lá não estivesse, para que possais crer” (Jo.11.15). E, antes de operar o grande milagre da ressurreição, disse ao Pai: “Assim falei por causa da multidão, para que creiam que Tu me enviaste” (Jo.11.42). Por isso não temos o relato de todos os sinais operados pelo Senhor. Se todos fossem relatados, afirma o apóstolo, “creio eu que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos” (Jo.21.25). Os que o Espírito Santo inspirou os Seus servos a relatar são suficientes para a consecução do Seu objetivo: “Para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em Seu Nome” (Jo.20.31).
  5. PARA TRANSMITIR LIÇÕES ESPIRITUAIS. Sendo Ele o Mestre por excelência, todos os Seus milagres constituem-se em verdadeiras aulas práticas sobre grandes verdades espirituais. Nunca foi o Seu propósito atrair olhos curiosos para dar-lhes um “espetáculo” de poder. Cada um dos Seus sinais tem uma aplicação, correspondendo espiritualmente ao que Ele faz aos que nEle crêem e O seguem. Por exemplo: após a pesca maravilhosa que proporcionou aos pescadores, declarou-lhes: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Lc.5.9-10 c/ Mc.1.17). Após a multiplicação dos pães, apresentou-Se como “o Pão da Vida” para a satisfação espiritual dos que nEle cressem (Jo.6.35). Após declarar: “Sou a luz do mundo” (Jo.8.12; 9.5), deu ao cego visão física e espiritual. Na ressurreição de Lázaro, apresentou-Se como “a Ressurreição e a Vida” (Jo.11.25-26)
 
2. A SITUAÇÃO NOS DIAS ATUAIS. Devemos esperar que a pregação evangélica seja, em nossos dias, acompanhada dos mesmos atos miraculosos realizados por Cristo e Seus servos nos dias apostólicos? Um estudo atento e honesto das Escrituras nos convencerá que não. Não há prova bíblica de que o miraculoso seja uma característica permanente nas relações de Deus com o homem. É claro que não podemos, nem devemos ter pretensão de limitá-Lo. Ele é Todo-poderoso, imutável e pode, de acordo com a Sua vontade soberana, operar atos miraculosos em qualquer lugar e em qualquer tempo. Contudo, a Sua Palavra nos revela que Ele não operou milagres sempre, mas apenas em épocas especiais, e com um propósito definido.

A primeira grande época foi nos dias de Moisés, com o objetivo de revelar Jeová ao Seu povo que se achava deprimido sob a escravidão no Egito. Após a morte de Josué, o sucessor de Moisés, seguiu-se um longo período de decadência espiritual durante o tempo dos juízes, no qual os milagres, embora não tivessem cessado de todo, eram comparativamente bem raros.

Só nos dias de Elias e Eliseu o Senhor concedeu uma segunda época de operações milagrosas, com o objetivo de despertar o povo que se encontrava mergulhado na idolatria, com o fim de convencê-lo de que Jeová é Deus (1Rs 18.36-39). Dali em diante temos o relato de pouquíssimos milagres, até à chegada da terceira grande época nos dias do Senhor e dos apóstolos, no início da igreja cristã. Já vimos os objetivos dos milagres do Senhor. E eles continuaram nos dias apostólicos para confirmar a autenticidade da sua pregação, sendo o testemunho Divino de que verdadeiramente eles receberam do Senhor a mensagem da "grande salvação" (Hb 2.3-4).

Podemos afirmar com base bíblica que a terceira época passou como passaram as duas primeiras. Paulo ressuscitou a Êutico (At 20.9-12), e curou várias pessoas na ilha de Malta (At 28.8-9). Mais tarde, porém, temeu a possibilidade da morte de Epafrodito, que para ele seria muito triste, prova de que não podia curá-lo, nem ressuscitá-lo (Fp 2.25-27). Não podia curar também a Trófimo, a quem deixou enfermo em Mileto (2Tm 4.20). E a Timóteo, que sofria do estômago e tinha saúde precária, ele recomendou um tratamento natural (1Tm 5.23). Tiago também deixa claro que àquela altura já não vigorava mais o dom de curar, pois ele exorta os crentes a orarem pela cura (Tg 5.13-15).

Tendo Deus nos dado na atualidade tantos recursos, não é justo que recorramos ao milagre, a menos que os meios disponíveis venham a falhar. Em tais casos Deus pode fazer e tem feito curas milagrosas. Conheço várias pessoas que foram desenganadas pelos médicos, as quais o Senhor curou em resposta às orações do Seu povo. Minha inabalável convicção é a de que quer usemos os recursos naturais, quer não, é sempre o Senhor Quem cura.

É bom pensarmos, também, que há um ministério cristão de cura do corpo que tem continuado por longos anos através de irmãos e irmãs abnegados, muitos dos quais deixando as suas pátrias ou cidades de origem e renunciando a todos os privilégios da civilização, vêm trabalhando em regiões inóspitas, desprovidas de quaisquer recursos e, através da medicina e da enfermagem, vêm proporcionando a cura de milhares de enfermos. Nesse estupendo ministério pregando e praticando o amor de Deus eles têm visto a cura do corpo não somente através dos recursos científicos empregados, mas também por exclusiva intervenção divina, quando a cura está além dos recursos disponíveis. Além disto, têm eles presenciado com freqüência o milagre muito maior, que é a transformação de almas perdidas em novas criaturas.

3. E AS POSSESSÕES DEMONÍACAS?
  1. A REALIDADE ATUAL DA SUA OCORRÊNCIA. O esforço ferrenho de satanás é incessante. Ele quer anular todo e qualquer esforço que vise à proclamação da Verdade libertadora e o crescimento dos filhos de Deus “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 3.18). Os seus "dardos inflamados" nunca deram trégua aos fiéis. A Bíblia atribui a satanás vários nomes, dos quais quero destacar alguns. Em 2Co 11.3, Ap 12.9 e 20.2 ele é chamado de serpente, expressão que indica a sua malícia, astúcia e falsidade. Ele é também chamado “o deus deste século” (2Co 4.4), “o príncipe da potestade do ar” (Ef 2.2), “o príncipe deste mundo” (Jo 12.31; 14.30) e, “o maligno” (Mt 13.19; Ef 6.16; 1Jo 2.13-14, etc.). Esta última palavra resume tudo quanto satanás é e faz. Ele é a personificação do mal em todas as suas formas e procura disseminar o mal onde quer que lhe seja possível.Ele age muito no campo religioso, onde tem os seus ministros (2Co 11.14-15), seus ensinos (1Tm 4.1), sua sinagoga (Ap 2.9) e seus sacrifícios (1Co 10.20). Isto indica que ele é o autor e inspirador de toda perversão religiosa. Hoje mais do que nunca estamos rodeados de seitas e religiões que, mesmo com a Bíblia nas mãos, estão propagando doutrinas diabólicas. E como as multidões são fascinadas por essas doutrinas! E sua atuação é incessante. Ele não dorme, não tem “descanso semanal” e nem “férias”. A Bíblia nos ensina que ele trabalha de dia e de noite (Ap 12.10). Demônios incontáveis estão a seu serviço hoje. Portanto, não se pode negar que tais possessões ainda ocorrem. Nos centros espíritas há muito embuste e muita fraude, mas nem todas as manifestações deste tipo que ali ocorrem são irreais, embora sejam todas diabólicas.
  2. O PROCEDIMENTO NOS PRIMÓRDIOS DAS IGREJAS. A mensagem do Evangelho foi anunciada inicialmente e confirmada depois pelos que a ouviram, "dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres, distribuições do Espirito Santo segundo a sua vontade" (Hb 2.3-4) Várias curas são relatadas nos Atos dos Apóstolos, onde a expulsão de demônios é relatada no capítulo 8.6-7, em Samaria, no capítulo 16.16-18, em Filipos e no capítulo 19.12, em Éfeso, por ocasião da terceira viagem missionária de Paulo. Em todos estes casos foi exercitado o dom concedido por Deus ao Seu servo, dom este que conforme já foi mencionado, não existe mais. Portanto, não precisamos esperar que tudo aconteça agora como acontecia naquele tempo. Podem acontecer e têm acontecido intervenções sobrenaturais de Deus nessa área, mas esse, segundo me parece, não é o procedimento normal do Senhor nesta época, visto não ser isto necessário, uma vez que os “propósitos definidos” anteriormente mencionados não mais existem.
  3. O DESAFIO DOS NOSSOS DIAS. Não devemos banir definitivamente de nossas mentes o miraculoso. Ninguém de nós duvida, creio eu, que Deus, dentro de Sua soberana vontade pode fazer e faz milagres ainda hoje. É evidente e creio que todos concordamos que a possessão demoníaca existe em nossos dias. E se admitimos este fato, não devemos omitir-nos, mas buscar do Senhor a sabedoria e as forças para enfrentar as situações sempre que necessário.

Mas o que não podemos é atribuir ingenuamente aos demônios todos os casos estranhos que nos deparam. É preciso que tenhamos do Senhor a sabedoria para discernir se o caso é de doença natural, ou ação demoníaca. Por isso precisamos estar sempre em plena sintonia com o Senhor a fim de atinar com a Sua orientação. Devemos ser prudentes, cuidadosos, mas isto não justifica a nossa omissão. Tomei conhecimento dum caso que achei vergonhoso. Uma pessoa afligida por suposta possessão demoníaca procurou socorro numa igreja. Não sei se a possessão era real, ou não, mas sei que os irmãos nem se interessaram pelo caso, simplesmente aconselharam a pobre jovem a procurar outra igreja para tratar do seu problema. Não me parece ter sido esta uma decisão correta.


Nossa tarefa não é expelir demônios. Deus nos chamou para sermos Seus adoradores e proclamadores das gloriosas virtudes do nosso Redentor (Jo 4.23-24; 1Pe 2.4-5, 9-10). Os “especialistas” em exorcismo parecem viver à procura dos demônios. Suas reuniões mais os invocam do que os expelem. Os exorcistas de hoje não podem de forma alguma servir-nos como exemplo.

Todavia, a Bíblia fala-nos sobre a nossa luta “contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.12). Isto indica que as hostes do mal funcionam sob uma grande e poderosa organização maligna. Aprendemos em Efésios 2.2 que satanás é “o príncipe”, portanto, o líder dessas hostes. Isto indica que ele exerce influência e tem absoluto controle sobre este sistema de rebelião contra Deus, ao qual a Bíblia chama “o mundo”. João afirma que “o mundo inteiro jaz no maligno” (1Jo 5.19). Desta luta não devemos fugir, mas, como nos ensina Efésios 6.10-17, “fortalecer-nos no Senhor e na força do Seu poder e tomar toda a Sua armadura de Deus para que possamos resistir no dia mau e, depois de termos vencido tudo, permanecer inabaláveis”. Que o Senhor nos ajude e nos revista de poder para sermos “mais que vencedores” nessa tremenda luta na qual estamos envolvidos. AMÉM!

 

autor: Luiz Soares.